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edição 108 :: Especial Seminário

 
 

DESTAQUES DO EVENTO

 
 
 

"Turismo brasileiro deve crescer e gerar empregos", diz ministro do Turismo, Marx Beltrão

O ministro do Turismo, Marx Beltrão, destacou a vontade e o foco em ajudar e transformar o setor de Cruzeiros em uma das prioridades do Ministério. Ele também enfatizou que o turismo brasileiro pode gerar empregos rapidamente e que, para isso, o governo precisa sair da frente dos empresários.. Ainda em sua mensagem, Beltrão abordou temas como o visto eletrônico, que facilitará o processo burocrático para que os turistas façam cruzeiros pela costa brasileira. Países como Canadá, Estados Unidos, Japão, Austrália, Arábia Saudita e Catar já poderão, a partir do próximo mês, conseguir seu visto eletrônico.
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Como os cruzeiros podem voltar a crescer no Brasil?

Os cruzeiros marítimos estão com força total ao redor do mundo. São esperados 25,8 milhões de passageiros, com mais de 470 navios em operação e um recorde de 77 encomendados, que estarão navegando até 2026. O Brasil tem tudo para entrar no roteiro e planejamento das armadoras internacionais, já que esses navios precisam de novos destinos.

Porém, há muitos desafios! Os custos, no Brasil são 40% maiores que no restante do mundo. Há entraves relacionados à praticagem, infraestrutura e regulação, s motivos que levaram ao decréscimo de navios nas últimas temporadas, já que, ao mesmo tempo, NCL e Royal Caribbean deixaram o Brasil. Na contramão disso, empresas como a MSC e a Costa Cruzeiros continuam acreditando no país.

O tema esteve em pauta no painel “A indústria de Cruzeiros no Brasil e no mundo, com mediação de Angélica Santa Cruz, da revista Viagem & Turismo, e presença de Marco Ferraz, Presidente Executivo da CLIA Brasil, Adrian Ursilli, Country Manager Brasil da MSC Cruzeiros, Renê Hermann, Diretor Presidente para a América do Sul da Costa Cruzeiros, Estela Farina, Diretora Geral da Norwegian Cruise Lines no Brasil, e Mário Franco, Diretor da Royal Caribbean Cruzeiros Brasil.

 
 

MUDANÇAS NA PRATICAGEM

 

ANVISA CONFIRMA NOVO PADRÃO DE FISCALIZAÇÃO

 

A redução no custo da praticagem poderia aumentar muito a competitividade do mercado nacional, já que no Brasil custa até 9% da operação dos navios, contra uma média de 2% a 3% no exterior.

Gustavo Martins, do CONAPRA, que está envolvido em um acordo com a CLIA Brasil, anunciou que está buscando soluções para reduzir esses custos, que estão entre uma das grandes preocupações do setor e que pesam na decisão das companhias marítimas em atuarem na Costa brasileira.

O tema entrou em pauta no painel “Desafios da regulação no Brasil”, que teve mediação de Adrian Ursilli, Country Manager Brasil da MSC Cruzeiros, e participação do Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, Diretor de Portos e Costa da Marinha do Brasil, Adalberto Tokarski, Diretor Geral da ANTAQ, Mário Povia, Diretor da ANTAQ e Gustavo Martins, Presidente do CONAPRA.

 

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A redução de impostos e alfandegamento em Porto Belo e Balneário Camboriu, em Santa Catarina, protagonizou o debate do painel: Polícia Federal, Receita Federal e ANVISA – Proteção controle e vigilância na operação de Navios e Cruzeiros, no qual a ANVISA confirmou que promoverá um padrão de fiscalização em todos os portos nacionais.

Entre as discussões, diversas agendas foram encaminhadas e serão realizadas nas próximas semanas. O intuito de colocar pessoas estratégicas em contato, além de direcioná-las aos temas com necessidades de encaminhamentos foi alcançado.

 

O painel contou com a presença de Ronaldo Lázaro Medina, Subsecretário de Aduana e Relações Internacionais, Noemi Melo Cabral, Gerente Geral Especialista da ANVISA, sob mediação do representante da Royal Caribbean no Brasil, Mário Franco.

COMO MELHORAR A INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA?

 

INVESTIMENTOS EM TERMINAIS DE PASSAGEIROS


O que precisa ser feito para melhorar a infraestrutura dos portos brasileiros? Este importante quesito que torna a operação mais cara, complexa e impede o desenvolvimento de novas escalas esteve em pauta no painel Infraestrutura portuária – onde estamos e para onde vamos?, do qual surgiu uma agenda a ser marcada na Secretaria de Portos (SEP) para discussão dos temas levantados.

 

Estiveram presentes Cleveland Sampaio Lofrano, da CODESP, Tarcísio Tomazoni, da CODERJ, Alber Vasconcelos, Dir. de Gestão e Mod. Portuária, Seg. e Saúde da Sec. Nac. de Portos, mediados por Bruna Milazzotto, Manager, Port Operations & Government Relations South and Central America Royal Caribbean Cruises.

Que os terminais de passageiros são essenciais para atraírem e fidelizarem turistas, todos já sabem. Os motivos pelos quais isso não acontece de maneira satisfatória e a dificuldade de homologação dos Piers estiveram em pauta no painel Terminais de passageiros – investimentos e competitividade.

 

O debate contou com a presença de Flávio Brancato, Diretor de Operações do Concais, Gilberto Menezes, Diretor de Operações da Contermas, Luiz Antônio Cerqueira, Presidente do Píer Mauá, Cadu Bueno, Presidente da Brasil Cruise e Presidente da Marina Porto Veleiros, e Julio Tedesco, Presidente do Atracadouro Barra Sul, com mediação de Renê Hermann, Diretor Presidente para a América do Sul da Costa Cruzeiros.

COMPETITIVIDADE ENTRE DESTINOS PARA RECEBER MAIS TURISTAS

PROJETOS DE LEI A FAVOR DO SETOR

 

A competitividade é um quesito que acaba promovendo uma oferta cada vez maior de serviços e atrações diferenciadas e de qualidade, que podem angariar cada vez mais turistas.

No painel Destinos, Atrações e Receptividade, todos os presentes se mostraram dispostos a trabalhar em prol de melhorias para que mais cruzeiros passem pelos seus destinos, afinal, segundo estudo da CLIA Brasil, em parceria com a FGV, R$ 536 é o gasto médio de um cruzeirista no destino de passagem do navio.
Com mediação de Estela Farina, Diretora Geral da Norwegian Cruise Lines no Brasil, estiveram presentes o Prefeito de Balneário Camboriu, Fabrício Oliveira, o Prefeito de Búzios, André Granado, Prefeito de Cabo Frio, Marquinho Mendes, o Prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório e o Prefeito de Porto Belo, Emerson Luciano Stein.

 

Uma das conquistas do painel Normas e Leis – o importante trabalho do Congresso, foi o Sr. Hugo Medeiros Gallo da Silva, Presidente do CNIg, ter aceitado, publicamente, usar a média de 25% em todos os navios e não mais determinar cada navio com o mínimo de 25.

Também ocorreram discussões sobre a situação do país e os projetos de lei a favor do setor, que tratem da insegurança jurídica para mão de obra no trabalho a bordo (prevalência da MCL à CLT), com presença do Presidente do CNIg, Hugo Medeiros Gallo da Silva, e dos Deputados Federais Carlos Eduardo Cadoca e Herculano Castilho Passos Junior, mediados por Flávio Peruzzi, Diretor de Relações Institucionais da CLIA Brasil.

 
 
 
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